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COMPARAÇÃO DE MÉTODOS PARA DEFINIÇÃO DE ZONAS DE MANEJO A PARTIR DE MAPA DE COLHEITA

Comparison of methods for defining management zones from yield maps

AUTORES/AUTHORS

 

Luís Felipe Rossetto Gerlach1; Andre Luis Vian1; Christian Bredemeier1; Márcio Gabriel Motke Wrubleski1; Teresa Enderle1; Thauhana Cássia Gasparotto Kuhn1; Thiago Santos Cocco1

1 Departamento de Plantas de Lavoura, Universidade Federal do Rio grande do Sul, Faculdade de Agronomia, Campus do Vale, Av. Bento Gonçalves, 7712, 91540-000, Porto Alegre – RS, Brasil, lfelipeross@hotmail.com; andre.vian@ufrgs.br; bredemeier@ufrgs.br; wrubleskimarcio@gmail.com; terenderle@gmail.com; thauhanakuhn@gmail.com; agro.thiagoscocco@gmail.com

RESUMO

As áreas agrícolas, de modo geral, possuem grande variabilidade. Deste modo, o estudo tem como objetivo comparas três métodos para definição de zonas de manejo (ZM) a partir de um único mapa de colheita de trigo. A produtividade foi interpolada por krigagem e amostrada em malha regular de dez metros, gerando a base para três classificações com três classes de zonas de manejo (baixa, média e alta). O primeiro método baseado no percentual em relação à média produziu áreas moderadamente equilibradas. O segundo método baseado nos tercis, equilibrou o tamanho amostral de cada classe e padronizou a comparação entre zonas. O terceiro baseado no modelo k-means concentrou a classe média, reduziu a zona de baixa e elevou o contraste entre ambientes. Os limites da zona de baixa para média ficaram acima de 3.600 Kg ha⁻¹ nos métodos relativos e abaixo de 3.000 Kg ha⁻¹ no k-means. A transição média para alta foi próxima nos três métodos, indicando sensibilidade a pequenas variações de safra e de medição. Com isso, a escolha do método deve acompanhar o objetivo do manejo e a etapa do ciclo decisório.

Palavras-chave: Agricultura de precisão. Variabilidade espacial. Geoestatística.

ABSTRACT

Agricultural areas generally present high variability. Thus, this study aimed to compare three methods for defining management zones (MZ) based on a single wheat yield map. Yield was interpolated using kriging and sampled on a regular ten-meter grid, generating the basis for three classifications with three management zone classes (low, medium, and high). The first method, based on the percentage relative to the mean, produced moderately balanced areas. The second method, based on terciles, balanced the sample size of each class and standardized comparisons among zones. The third method, based on the k-means model, concentrated the medium class, reduced the low zone, and increased the contrast between environments. The boundaries between low and medium zones were above 3,600 kg ha⁻¹ for the relative methods and below 3,000 kg ha⁻¹ for k-means. The transition between medium and high zones was similar across the three methods, indicating sensitivity to small variations in yield and measurement. Therefore, the choice of method should align with the management objectives and the stage of the decision-making cycle.

Keywords: Precision agriculture. Spatial variability. Geostatistics.

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